Chanel

Não, isso não é um make up review, são apenas breves comentários sobre uma tal de Gabrille, mais conhecida como Coco Chanel – comumente vista como uma marca chique e cara que eu nunca ousei nem chegar perto demais -, e postes de Londres.

Por trás e dentro da fama, a francesa Gabrielle tem uma história de muita coragem e um toque de cara de pau. Quando criança, sua mãe morreu e ela, juntamente com os irmãos, foi abandonada pelo pai, as meninas indo parar no orfanato da Abadia de Abazine, onde ela aprendeu a costurar e foi inspirada pelo estilo barroco.

Gabrielle tornou-se Coco por cantar a música “Qui qu’a vu Coco” em um cabaré. Ela tinha o sonho de morar em Paris e dando a desculpa de que havia ido visitar a irmã – que já tinha se mudado para as redondezas –, mas não encontrou ninguém em casa, Coco se enfiou na casa do cara que seria seu “namorado” (na verdade, acho que era só alguém que ela estava “pegando”, não exatamente um namorado; isso em cerca de 1900!), Etienne Balsan. Chanel até tentou seguir carreira artística, mas não deu muito certo. O que ela fazia bem mesmo era chocar a sociedade se vestindo como menino, reformando as roupas de Etienne e criando seu próprio estilo, sem exageros e com conforto (achava carnavalesco demais tantos adornos e estúpido demais que mulheres não pudessem respirar com espartilho).

Chanel inventou as calças femininas, revolucionou a moda do mundo todo, sendo auxiliada pelo inglês Arthur Capel, com quem ela até cogitou casar-se, porém Arthur já tinha casamento marcado na Inglaterra, e que por questões sociais não poderia ser desfeito. Coco ficou para amante, até que Boy Capel morreu em um acidente de carro.

Mas Gabrielle teve outras paixões, envolvendo gente importante que fez sua carreira prosseguir com sucesso.

Na cidade de Westminster, em Londres, nos postes está gravado o logo da grande marca Coco Chanel, além do W representativo de Westminster. Resta saber se a real razão do símbolo está tão presente em Londres é uma homenagem do segundo Duque de Westminster, amante de Chanel na década de 20 – com quem ela se recusou casar, porque qualquer uma pode ser duquesa, mas só ela poderia ser Chanel –, ou se o CC é referente as iniciais de City Council…

Por Victoria

Por Victoria

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