Analisando

Hello, Tea.

Por que estou aqui?

Ainda participo sem participar de alguns grupos do Ciências sem Fronteiras UK do facebook. Um dia desses perguntaram sobre o IELTS (vivem perguntando sobre o IELTS), então eu resolvi colocar o link da postagem da minha “IELTS experience” para o pessoal do grupo ler e se desesperar mais. Não tinha nada mais interessante para fazer, então fui ler todas as postagens que fiz aqui. Que bom que escrevi algo, porque não me lembrava mais de muita coisa… Amnésia.

Quando fui lendo, resolvi voltar para explicar algumas coisas e concertar outras tendo uma visão geral de tudo que aconteceu. Aviso: talvez quem ler isso não entenderá nada. “Let’s get started it now.”

  •  Os £50 do prêmio da atividade da freshers’ week não valeram a pena. Não falei isso a ninguém até hoje, mas na correria acabei perdendo uma gola de tricô que a amiga da minha mãe tinha feito para mim. O dinheiro não comprou outra nem parecida.
  •  No fim das contas, não precisei saber o que era quasi-permanente
  • Sair sem guarda-chuva é bom sim, e muitas vezes a única opção caso você não queira ser levado pelo vento. Meu lindo e resistente guarda-chuva da Minnie entortou com a ventania; já é emoção demais tentar andar sem guarda-chuva. Ventos no UK.
  • “Que tipo de pessoa resolve fazer festa na terça à noite?” Todos, porque é sair depois da festa em dias de semana é muito mais barato do que nos fins de semana. Sábado e domingo: todo mundo em casa. Segunda: pub da esquina.
  • Se eu sair as 7h para chegar na POLI para a aula das 7:10h nos dias de hoje, só chego no dia seguinte (para você ter noção do que “obras para a COPA (?!) fazem”).
  • O problema da máquina de lavar era apenas com um tipo de ciclo e durante o ano ela ainda rendeu muitas histórias e desavenças para ver quem chegava nela primeiro.
  • “Posso ter ganho um resfriado a menos.” Não teria pego um resfriado se tivesse saído no Bonfire Night. Só fiquei doente na entrada e saída do intercâmbio (sem contar com Portugal e o dia do fim do mundo – o mundo ia acabar em 2012, lembra? -, nada tão grave que 16 horas de sono não curasse).
  • O casaco de “ovelha” não protege nem da mais leve brisa.
  • Acho que aprendi a usar um pouco a câmera (Flickr *-*).
  • Minha câmera não tem nome nem terá.
  • A questão de esperar o motorista do ônibus fumar para voltar ao trabalho é justamente para cumprir horários, soa impossível por aqui, mas é muito provável um ônibus chegar ANTES do horário… Analisando agora, até o cigarro do motorista é lindo (não que o motorista fosse lindo! Ficou estranho isso).
  • Engenheiros se formando em 3 anos soa a coisa mais incrível do mundo. É idiota como o sistema que temos foi criado para formação de generalistas ao invés de especialistas e muitos aprovam. Não importa o que você quer fazer da vida, no Brasil “se você quer ser engenheiro civil tem que saber como instalar as lâmpadas do prédio” e óbvio, na teoria. Porque nem uma maquete vão te dar para você fingir que está praticando. Existe estágio para isso, certo? Vou me formar sem nunca ter estagiado em obras verticais, desculpa! Acho que não vou saber nada sobre instalações e como assentar tijolos.
  • Como voltar para o Brasil com isso?” Simples, todos papeis da universidade que você juntou durante o ano não vão conhecer o Brasil, eles vão para o cesto de materiais recicláveis. Eu até trouxe alguns papeis, mas quando vou procurar algo o que preciso nunca está lá.
  • Como eu sinto falta de andar por ai mesmo tendo a sensação de “vou me perder”. Não que eu conheça bem Recife, não mesmo, as chances de me perder por aqui são extremamente altas. A questão é que sol na cara não é a coisa mais agradável do mundo e depois de cinco minutos tudo que vem à cabeça é o mantra “I hate this weather” (assim, em inglês, porque não sei que palavra em português expressa bem weather).
  • Aqui tem música nos supermercados? (Se tem não toca She & Him, né?!) Faz tempo que não vou em um e ultimamente estão sendo interditados pela vigilância sanitária.
  • Ainda quero fazer aulas de arco-e-flecha!

 

 

Fantasma

Eu falei que iria voltar para falar sobre musicais em Londres. Eu sei, tenho mais postagens sobre Londres do que Newcastle, mas o que posso fazer? LDN rende…

Musical me faz lembrar Broadway, que lembra Nova York. Então, a relação Londres/Musicais nunca me tinha visto a cabeça (demente), até ir lá pela primeira vez e ver a quantidade de cartazes pelas escadarias dos metrôs, além de “Wicked Witch” pra lá e pra cá.

Até onde pude notar, na Inglaterra toda, esse tipo de atração é disputadíssimo e os teatros anunciam os espetáculos até anos (ou muitos meses) antes da estreia. Se você quiser garantir um lugar bom por um preço relativamente baixo, é bom comprar com antecedência. Sim, porque os teatros não são projetados para que toda a plateia consiga ver o palco, corre-se o risco de só ver a ponta do chapéu da bruxa verde, então você terá que se contentar apenas com o áudio. Caso você esteja indo fazer intercâmbio pela Inglaterra (CsF™), recomendo muito ir pelo menos uma vez ao teatro!

No final do período de intercâmbio, fui a Londres com uma amiga – durante o feriado bancário tem até carnaval em Notting Hill (que deve conseguir ser mais tosco do que o do Brasil). Tínhamos pouco tempo para ver tudo o que queríamos (o carnaval não estava incluído!) e muita vontade de ver um musical; não planejamos muitas coisas. Um dia antes da viagem de 7 horas de ônibus NCL – LDN (uhu), vimos alguns sites de teatros, mas fomos pobres frouxas demais para pagar mais de 50 libras, online. Dessa forma, o que restou foi ficar rodando (literalmente dando voltas) pelo Picadilly Circus até achar o Her Majesty’s Theatre. O lugar é fácil de achar, mas nosso senso de direção é oh! Uma bosta. Mapa, GPS, umas voltas e achamos.

Her Majesty’s Theatre apresenta O Fantasma da Ópera desde 1986, então digamos que eles sabem o que fazem. Foi na recepção do teatro que aprendi que devemos responder perguntas de forma mais objetivas, atendendo expectativas de resposta. Por exemplo, caso tenha um cartaz com o preço e local na plateia referente àquele valor, e perguntarem onde você quer sentar, não tente dizer o preço do local, e sim a área. Caso contrário, levará um lindo e sutil fora de sotaque britânico (acompanhado daquele olhar de “odeio pessoas que não entendem inglês”, quando na verdade você entendeu perfeitamente tudo – dessa vez. Brincadeira… Não chega a tanto…).

No fim das contas, escolhemos um lugar que consideramos medianamente bom e barato (£35) e fim.

Voltamos no fim do dia, depois de andar para lá e para cá (free walking tour, sempre), e desesperadamente quase morrer de fome na fila do Natural Museum e descobrir que pagando-se, é possível pular a fila da entrada (V.I.P. e o 3G nunca foi tão bem usado na história da humanidade).

“Como eles fazem a cena do lustre caindo?” Era a pergunta antes do espetáculo começar. O que acontece é que o lustre começa no chão, e é içado por cabos de aço, então fica fácil de supor que se ele sobre, ele desce. O início com o lustre ascendendo e a música tema do musical em alto e bom tom já dá ideia do que vem pela frente.

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Autor da foto: algum chinês.

A peça é sensacional, toda estrutura montada no palco é inacreditável, os atores são muito bons e cantam lindamente (a cena em que Christine vai no túmulo do pai é emocionante e até agora estou besta com o fantasma dizendo “SING CHRISTINE” e a mulher gritando afinadamente interpretando quase explosão das cordas vocais). Não sei descrever muito o que é O Fantasma da Ópera com toda aquela interpretação. Só sei que até hoje ainda estou com a trilha sonora do musical no meu mp3.

Aqui vai uma foto proibida – não é permitido o uso de câmeras no teatro.

Espero não ser presa por causa disso! D:

Espero não ser presa por causa disso! D:

(:

Chanel

Não, isso não é um make up review, são apenas breves comentários sobre uma tal de Gabrille, mais conhecida como Coco Chanel – comumente vista como uma marca chique e cara que eu nunca ousei nem chegar perto demais -, e postes de Londres.

Por trás e dentro da fama, a francesa Gabrielle tem uma história de muita coragem e um toque de cara de pau. Quando criança, sua mãe morreu e ela, juntamente com os irmãos, foi abandonada pelo pai, as meninas indo parar no orfanato da Abadia de Abazine, onde ela aprendeu a costurar e foi inspirada pelo estilo barroco.

Gabrielle tornou-se Coco por cantar a música “Qui qu’a vu Coco” em um cabaré. Ela tinha o sonho de morar em Paris e dando a desculpa de que havia ido visitar a irmã – que já tinha se mudado para as redondezas –, mas não encontrou ninguém em casa, Coco se enfiou na casa do cara que seria seu “namorado” (na verdade, acho que era só alguém que ela estava “pegando”, não exatamente um namorado; isso em cerca de 1900!), Etienne Balsan. Chanel até tentou seguir carreira artística, mas não deu muito certo. O que ela fazia bem mesmo era chocar a sociedade se vestindo como menino, reformando as roupas de Etienne e criando seu próprio estilo, sem exageros e com conforto (achava carnavalesco demais tantos adornos e estúpido demais que mulheres não pudessem respirar com espartilho).

Chanel inventou as calças femininas, revolucionou a moda do mundo todo, sendo auxiliada pelo inglês Arthur Capel, com quem ela até cogitou casar-se, porém Arthur já tinha casamento marcado na Inglaterra, e que por questões sociais não poderia ser desfeito. Coco ficou para amante, até que Boy Capel morreu em um acidente de carro.

Mas Gabrielle teve outras paixões, envolvendo gente importante que fez sua carreira prosseguir com sucesso.

Na cidade de Westminster, em Londres, nos postes está gravado o logo da grande marca Coco Chanel, além do W representativo de Westminster. Resta saber se a real razão do símbolo está tão presente em Londres é uma homenagem do segundo Duque de Westminster, amante de Chanel na década de 20 – com quem ela se recusou casar, porque qualquer uma pode ser duquesa, mas só ela poderia ser Chanel –, ou se o CC é referente as iniciais de City Council…

Por Victoria

Por Victoria

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(:

Acabou?

Da mesma forma que fiz uma postagem aqui horas antes de vir (ou foi horas antes de viajar para tirar o visto?), estou escrevendo para dizer que o tempo passou. Quase um ano e é hora de voltar. A sensação agora se resume em nervosismo, não mais ansiedade…

O blog não chegou nem perto de onde eu queria – eu postei muito menos do que gostaria, achei que as coisas seriam mais interessantes de forma que eu conseguiria expressar tudo em postagem semanais, ao menos. Só que as coisas foram interessantes em outro nível, onde palavras e “tempo” me faltaram. Talvez não fossem suficientes para descrever tudo. Entretanto, dentre as poucas dezenove postagens, recebi alguns comentários que fiquei feliz em responder! E acho que no fim das contas, esse era o motivo do blog (na verdade, ainda é).

Vez ou outra, eu talvez ainda escreva aqui. Sobre coisas que acho que foram legais e/ou importantes… Sobre experiências futuras.

Porque agora, eu estou voltando para casa (o caminho é longo, mas estou voltando). E como bem dito pelo orador no discurso da “cerimônia de graduação”, quem diz que a infância é a fase mais feliz da vida, nunca foi um aluno de intercâmbio. Valeu cada minuto, do ócio às horas tensas de estudo (passando pelas viagens).

Aqui fica o meu muito obrigado a todos que participaram disso tudo comigo e a todos que fizeram tudo acontecer.

Até logo… Eu volto para falar sobre musicais em Londres (haha).

(:

Alnwick Castle

Alnwick, que na verdade se pronuncia “aníque”. Um bom site para saber como se pronuncia palavras em inglês é este aqui! Ele está sempre certo, pode confiar.

O castelo de Alnwick pode ser até chamado de Hogwarts por alguns. Cenas do primeiro filme de Harry Potter foram filmadas lá, e até hoje eles mantêm uma “brincadeira” chamada “aula para voar em vassouras”. E eu acredito que as crianças acreditam que vão voar mesmo! As pessoas que dão as “aulas” são bons atores, e é engraçado como eles se divertem fazendo aquilo. “Não parem até chegar à Edimburgo”, o professor falou e o menininho foi andando para sempre.

O castelo existe há 1000 anos, e ainda é habitado pela família do Duque de Northumbria. É possível visitar alguns cômodos de uma bela construção medieval, residência da família Percy há 700 anos (mas não pode tirar fotos lá dentro). Dá muita vontade de morar lá dentro por uma semana, só para saber como as coisas funcionam de verdade dentro de um castelo. Nada mais é do que uma casa enorme, confortável e com tetos bonitos. E velharias, conhecidas como história.

Alnwick Castle is very much a living castle, at the heart of thriving estates and businesses, and is still our family home, as it has been for over 700 years.

Essa é uma citação do Duque de Northumbria, que está no site do castelo.

Graças a Harry Potter, Alnwick é ponto turístico – poderia ser mesmo sem o filme, mas com certeza é por causa da história desse bruxo que existem várias atividades acontecendo ao redor do castelo, ainda dentro dos muros da propriedade.

Você pode se vestir com roupas “medievais” (com velcro); fazer sabonete como se fazia antigamente; brincar com espadas (de mentirinha, né?!); ouvir e ver demonstrações das armas medievais; passar por uma espécie de mini dungeon com caminho de espelhos e pequenos sustos, e o mais legal; brincar com arco e flecha.

Eu nunca havia nem visto um arco de perto, quanto mais atirar flechas dele. Achei meu desempenho de iniciante sensacional – para quem imaginava que não acertaria nenhuma das oito flechas no alvo.

O ônibus que peguei para chegar à cidade de Alnwick passa pela costa, um lugar chamado Alnmouth. Um vilarejo onde o mar entra. É estranho ver vacas próximo a praia, acho estranho ver praia no interior. É como juntar o campo e o mar em um lugar só. Fica bonito.

A entrada no castelo, com desconto para estudante, custa £12, mas comprando online tem desconto. Todas as atividades estão incluídas no ticket, menos o arco e flecha (£3 por oito flechas), o que eu acho uma safadeza. Alnwick é legal, e eu recomendo quem gosta e quem não gosta de Harry Potter dar uma passada lá. Aqui tem todas as informações sobre o castelo.


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(:

Andar

Mudei-me. Tive que trocar de acomodação, vim parar do outro lado da cidade. Ontem resolvi ir ao supermercado do bairro, com a certeza de que não iria me perder no meio do caminho. Fui ouvindo the Kooks. No caminho tem biblioteca, piscina pública, lugar onde comprar comida chinesa, correio, farmácia, Greggs (mas que novidade), e mosquitos – um minúsculo e verde pousou no meu óculos, e ficou lá, como se fosse o lugar mais apropriado para o momento. Quanto à comida chinesa, é um produto que nunca deixará de ser consumido: comida inglesa é reconhecidamente ruim, então todo mundo prefere noodles, e, no momento, a população chinesa dessa cidade é maior do que a da própria China.

No caminho também tinha uma mulher com uma serra elétrica e pijama, dando um trato nas plantas do jardim. Dando forma ao arbusto.

Achei o supermercado, não me perdi. Difícil foi achar a porta de entrada. Só depois que chequei todas as portas de saída é que vi que tinha passado direto pela de entrada. Existe um sistema que tranca os carrinhos do supermercado e você tem que usar uma moeda de uma libra para liberar um deles, só que eu não tinha uma moeda. Passei pela entrada, sem carrinho, e sem nem ver as cestinhas. “Vou ter que carregar tudo na mão? Não tem cestinhas nesse lugar?!” Comecei a esquematizar uma tática “polvo” até que vi várias cestas próximas aos caixas. Fui lá, peguei uma, e saí como se tivesse feito a coisa mais sensacional do mundo. Passei vinte mil vezes pela mesma seção, pensando o supermercado era dividido: metade para produtos de limpeza, metade para comida. Vinte minutos procurando farinha de trigo do lado errado. Mas achei. Em algum momento tive que tirar os fones de ouvido, porque a trilha sonora do lugar era She & Him!

Voltei ouvindo The temper trap e a mulher do jardim ainda estava lá, de pijama. Ou vai ver que essa seja a roupa de jardim dela, pensei. Ao ver a rua do lado, notei que era pijama mesmo. Ficou totalmente compreensível que a urgência de acordar e ir arrumar o jardim, quando a rua do lado parecia impecavelmente verde. Parei para tirar foto, com o celular.

Voltei pelo outro lado da rua, só para andar por outro lado. Mentira, foi só para não atravessar a rua no mesmo lugar que antes. Algumas casas tem trampolim no jardim descuidado. Igual aos que aparecem nas vídeo cassetadas do Faustão.

Andando, sentindo o vento frio e engolindo mosquitos, pensei “eu gosto de morar no UK”.

Tentei chegar ao centro andando, sem a mesma certeza de que não iria me perder. Só que lembrei que havia esquecido um documento, e voltei todos os passos que já tinha dado. Peguei o ônibus mesmo.

Contudo, a volta foi andando! E tem vacas e bois pelo caminho.

(:

O que não fazer em Londres?

O que não fazer em Londres? Andar de metrô. Mentira. Tem que andar sim, porque a cidade é gigante de metrô é fácil e rápido chegar nos lugares – e não precisa falar com o motorista do ônibus. A passagem é um absurdo de cara! Cidade de ryco que paga mais de £7 por um day pass. Porém, o oyster card existe.

Esse é um cartão pré-pago integilente que faz de alguma forma mágica você economizar nas passagens, sem contar que você pode devolver o cartão quando não quiser mais, e pegar seu rico dinheirinho de volta (o que restou no cartão, mais os £5 de deposito, que seria o “preço do cartão”). Juntando o oyster com o Railcard o day pass sai bem mais barato. O detalhe é que o Railcard é para pessoas entre 16 e 25 anos, famílias, idosos, deficiente ou membros do “regular force” (que eu nem sei o que é). O da categoria 16-25 custa £28 por ano, o que parece muito caro, porém vale a pena, já que o que você economiza no fim das contas é mais do que o preço do cartão. O ideial mesmo é juntar todos cartões de desconto possíveis e imagináveis e tentar usá-los de uma só vez, para que fiquem te devendo, ao invés de você ter que pagar pela passagem.

Sim, cartões de desconto. Estudante tem desconto em um monte de loja de roupa, só mostrando a carteirinha. Pode pegar comida extra no McDonalds, porque eles nunca vão simplesmente fazer você pagar menos, eles sempre irão fazer você comer mais! Além da carteira de estudante, ainda tem o NUS extra card, que dá desconto em outro monte de loja. Todos amam 10% a menos, não é mesmo?

Mas o que não fazer em Londres? Seguir a seta da escada, ao invés da do elevador, no metrô. Caso você, bravamente, escolha a escada – especialmente em direção a saída, porque pra descer todo santo ajuda – vai entender porque eles chamam aquilo de underground! É uma subida em espiral, sem fim. A palavra underground é mesmo levada a sério, e depois de três ataques cardíacos durante a subida, você descobre que subiu o equivalente a quinze andares. Na estação que eu estava não tinha placa avisando para não usar a escada – às vezes tem escrito para usar as escadas só como saída de emergência, por que será? – e pensei “putz, elevador não, escada é muito melhor!”. Só que não, né?!

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